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O ‘Messenger’ fez dez anos ontem

Em 1999 nasceu o programa de mensagens instantâneas que hoje já poucos dispensam, seja em casa, no escritório ou até no telemóvel. Estima-se que 140 milhões de pessoas se liguem diariamente ao MSN.

Combinar uma saída com amigos, enviar um ficheiro de música ou conferenciar com os colegas de trabalho sobre a próxima reunião são acções que dificilmente poderiam ocorrer ao mesmo tempo. A não ser que esteja a usar o Messenger, sentado em frente ao computador ou na sua versão móvel, e seja um dos 323 milhões de utilizadores que hoje têm password de acesso ao programa.


Apenas um ano depois da saída da primeira versão, em 2000, os usuários já ascendiam a 18 milhões. Ficavam então disponíveis novas funcionalidades, como a troca de arquivos ou chamadas gratuitas de longa distância, recorda o jornal espanhol El País. Em Março de 2001, era possível agrupar os contactos, e eram já 29,5 milhões de pessoas a trocar mensagens com esta aplicação da Microsoft.


O programa foi-se remodelando, acumulando funcionalidades que contribuíram para o seu êxito junto de todas as faixas etárias da população, sobretudo os jovens: alterar o ‘estado’ em tempo real, partilhar fotografias, vídeos ou links e manter uma conversa com 20 pessoas na mesma janela são novidades que explicam o sucesso do MSN ao longo dos anos. Segundo a Microsoft, se fosse um país, o Messenger seria o terceiro maior do mundo, seguindo-se à China e à Índia, o que justifica que se assinale hoje o seu aniversário.

Fonte: DN

Estudo alemão identifica flauta de 35 mil anos

Arqueólogos da Universidade de Tübingen, na Alemanha, descobriram restos de flautas de mais de 35 mil anos – os mais antigos instrumentos musicais já encontrados no mundo.

As descobertas e os detalhes das três flautas encontradas na caverna de Hohle Fels, no sudoeste alemão, foram publicados na mais recente edição da revista científica Nature.

Segundo os pesquisadores, os instrumentos eram usados nos nos primórdios da colonização da Europa, há cerca de 35 mil anos e a música era uma prática generalizada na época pré-histórica.

Entre os instrumentos musicais, a flauta mais bem preservada foi escavada em um osso de 20 centímetros de comprimento, da asa de um abutre, e tem cinco buracos para serem tapados com os dedos e duas aberturas em "v", que teriam sido usados para assoprar.

Os arqueólogos também encontraram pedaços de outras duas flautas de marfim, que os cientistas acreditam ser de mamutes.

A caverna de Hohle Fels é um conhecido sítio arqueológico, com vários objetos dos primeiros seres humanos. Em maio, integrantes da mesma equipe anunciaram ter encontrado lá o que pode ser a mais antiga figura de Vênus do mundo.

Criatividade

As descobertas elevam o número de flautas datadas desta época da pré-história para oito, quatro delas produzidas a partir de marfim de mamute e outras quatro a partir de ossos de pássaros.

O coordenador da equipe da universidade alemã, o professor Nicholas Conard, afirma que fazer música era uma atividade comum entre os humanos que viveram cerca de 40 mil anos atrás.

"Está ficando cada vez mais claro que a música fazia parte do dia-a-dia", disse Conard.

"A música era usada em vários contextos sociais: possivelmente religioso, possivelmente recreativo, mais ou menos como usamos a música hoje, em várias situações."

O estudioso diz ainda que além de uma tradição musical, os humanos modernos que povoaram a região do sudoeste alemão na pré-história também produziram diversos artefatos simbólicos, e figuras artísticas e representações de seres mitológicos, além de enfeites pessoais.

Para os cientistas, o surgimento de arte e cultura tão no início da história do ser humano moderno pode ajudar a explicar porque a espécie sobreviveu, enquanto o homem de Neanderthal, contemporâneo dela, foi extinto.

"A música pode ter contribuído para a formação de redes sociais mais amplas, e assim, talvez tenha facilitado a expansão territorial dos humanos modernos, em detrimento dos neandertais, mais conservadores culturamente e mais isolados demograficamente", diz o estudo.

"Essas flautas fornecem ainda mais provas da sofisticação dos povos que viveram naquela época e do provável abismo comportamental e cognitivo entre eles e os neandertais." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: http://www.estadao.com.br/

Microchips para «vigiar» elefantes


Os elefantes que circulam nas ruas da capital da Tailândia, Banguecoque, vão passar a usar um microship para alertar as autoridades quando saírem das áreas designadas, refere a agência EFE.

O vice-governador de Banguecoque, Thirachon Manomaipiboon, declarou ao diário «The Nation» que o dispositivo será colocado em cerca de 200 elefantes, para evitar que perturbem o trânsito que habitualmente entope as principais artérias da cidade.

Os animais passeiam-se com os seus tratadores pela cidade sujeitos ao fumo do tráfego caótico e são arrendados para trabalhos que duram de sol a sol em troca de pouco dinheiro. Alguns são inclusivamente drogados com anfetaminas para se manterem activos, o que pode levá-los à loucura e a tornarem-se num perigo para os transeuntes

Os elefantes, símbolo da Banguecoque e da Tailândia, regressaram à cidade em 2006 após 25 anos de proibição devido a queixas de grupos de defesa dos animais.

Fonte: http://diario.iol.pt/tecnologia/elefantes-banguecoque-tailandia-microship-tecnologia-tvi24/1059578-4069.html

Novo golpe aplicado com cartão de débito

Se costuma realizar pagamentos com cartões de débito automático
(multibanco), tome muito cuidado com a utilização de seu cartão.

Ao efectuar um pagamento via débito automático, o funcionário passa o
cartão, não regista nenhum valor e pede que você digite o PIN na
maquina, não nos apercebendo que o mesmo não digitou o valor da
compra.

Ao digitar o seu PIN este aparecerá no ecran pois a máquina entende-o
como sendo o valor da transacção.

O vendedor, com ar de entendido, diz que houve um erro e pede
novamente o nosso cartão e passa-o novamente, registando agora o valor
correcto e pede que digitemos novamente o PIN.

Agora ele já possui o número do cartão, o PIN e o nosso banco.

De posse dessas informações os nossos cartões são "clonados" podendo
ser efectuadas diversas compras em nosso nome.

Preste muita atenção, ao passar o cartão não digite a senha sem antes
conferir o valor da compra que aparecerá no ecran da máquina.

Somente depois de conferir o valor é que você poderá digitar a senha.